Diz o descritivo do Cine Clube Desterro, traduzido de um site francês:
Paris. Meados dos anos 70. Quando Lili desliga o telefone, depois de ouvir o seu amado dizer “Vamos já para aí”, ela sabe, no fundo do coração, aquilo que nunca antes tinha enfrentado: este homem que ela ama, o “príncipe” de parte nenhuma, é um bandido. Ele acaba de assaltar um banco e um homem foi morto. Ela tem 19 anos. É uma jovem estudante de arte. De um momento para o outro, como que sonhando acordada, ela troca o conforto do apartamento do pai por uma geográfica fuga, pela Espanha, Marrocos, Grécia. Uma viagem turbulenta pela Europa, em perfeita consonância com as emoções de Lili, que, no fundo, tem muito menos controle da situação do que pensa. Troca a imagem de garota bem comportada pela da vida que sempre quis ter, para o melhor e para o pior.
Inocente, e até mesmo interessante, embora um pequeno desconforto se insinue nas entrelinhas da descrição clássica de um road-movie.
A sessão do CIC estava quase vazia, uma dúzia de pessoas, bem menos do que em Conversação Angélica, talvez porque neste último o horário do Guia Floripa estava errado, apontando A Lula e A Baleia. Prenúncio de tragédia. Que se concretizou. Read more…
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