sinestesia

Arquivo para a tag “Quadrinhos”

Sean Howe: Marvel Comics A História Secreta

marvel-secreta

Em Marvel Comics: A História Secreta, Sean Howe, conforme promete o título do livro, conta a história da maior editora de quadrinhos de todos os tempos. Ele parte de 1939, e segue até os anos dez do século XXI. Leia mais…

Christopher Nolan: Batman Rises

Christopher Nolan não filmará outro Batman. Leia mais…

RED

RED é um filme baseado em um gibi. Leia mais…

Apenas uma

André Dahmer, o cara por trás dos Malvados, apresentou uma tirinha em que o malvadinho perguntava, em retórica,  o que era melhor do que uma xoxota. Leia mais…

Jon Favreau: Cowboys & Aliens

Aconteça o que acontecer, não adentre a sessão de Cowboys & Aliens com expectativas. Leia mais…

Kenneth Branagh: Thor

Sábado frio, uma penca de amigos, pipoca gigante e uma coca-cola exagerada, tudo pronto para o que prometia ser o primeiro cinemão-pipoca de responsa em 2011. A expectativa tinha suas razões: A boa fase da Marvel no cinema, filme efetivamente filmado em 3D, elenco contendo atores de primeira-linha em alguns elementos-chave, um diretor de peso, e um micro-universo de magia que permite malabarismos épicos nas câmeras e nos efeitos. E eu não saí da sessão decepcionado. Leia mais…

Tolkien: O Senhor Dos Anéis

John Ronald Reuel Tolkien foi um avô exemplar. Provavelmente. Eu não faço realmente a menor idéia de como ele era em sua vida particular, mas desenvolvi uma certeza bastante peculiar sobre ele. São fatos fictícios que inspirados pelos cabelos lisos e brancos, pelo sorriso bonachão e inteligente, e, claro, pelo peculiar cachimbo.

Eu poderia deixar de fora o aspecto da obra dele, claro. Causar polêmica barata já foi uma das minhas diversões pedantes, e os velhos costumes são os que mais nos tentam. Entretanto, não há como excluir O Senhor Dos Anéis, catatau de mais de mil páginas, do rol das obras mais influentes da história da humanidade.

Este livro deveria ter sido devorado enquanto eu era um adolescente espinhento e esperançoso no final dos anos oitenta, mas a vida tem um jeito interessante de não fazer o menor sentido. Acabei me atracando com este volume apenas na segunda metade da minha quarta década. E estou gostando. Wilde dizia que o segredo da juventude, ou talvez da segunda juventude, é voltar a fazer o que se fazia quando se era jovem. Ou seja, sou jovem novamente, quase tanto quanto quando eu me esbaldava ao ler as aventuras de Xisto. Leia mais…

Sabedoria

Bill Watterson é um cara que soube quando parar; ele é um sábio. Assim, ficaram os bons momentos e as boas influências, de quais ele pode se orgulhar.

Leia mais…

Cinema em Casa FC

Inventaram poucas coisas tão apropriadas a uma tarde chuvosa de sábado tão apropriadas quanto uma boa sessão de cinema no aconchego do lar. Ou pelo menos nada que possa ser descrito neste espaço de família.

Soube da existência de O Homem que Veio da Terra através do IMDB, quando fui atrás de uma chamada sobre filmes atuais de ficção científica. A descrição não era das mais acuradas, mas o p2p te deixa uma pessoa menos tímida, e logo eu tinha uma cópia para rodar no meu aparelho de DVD.

O orçamento do filme deve ter sido ridículo, algo na casa dos milhares de dólares, e não percebi nenhum efeito especial. Confesso que quase adernei em algumas seqüências mais longas, mas os diálogos conseguem manter o interesse vivo na maior parte do tempo, algo admirável em tempos de roteiros fracos e diálogos bobos. Leia mais…

Diehl e Donnelly: Devorando o Vizinho

Certos livros se grudam a certas fases da vida de uma pessoa, e a leitura de um trecho de um desses livros pode remeter claramente às sensações vividas pela pessoa em uma exata época. Desconheço registros formais deste tipo de sinestesia, mas ele pode ser testemunhado por mais de um leitor deste jornaleco digital.

Li a maior parte deste volume, subtitulado “Uma História do Canibalismo”, em meio às agruras e às incertezas que o trajeto de um cálculo renal pelo seu uretér provoca. Numa primeira análise, o desconforto da leitura poderia vir a se somar ao desconforto da dor, mas não foi o caso. Nada impede, entretanto, que uma futura olhadela no livro relembre a dor, ou uma futura crise, três batidas na madeira, não traga parágrafos inteiros do livro. Leia mais…

Navegação do Post

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 984 outros seguidores