As Cartas de Rilke

Alguém falou em Romantismo?

Almocei hoje lendo uma das cartas de Rilke, constante do volume Cartas a um Jovem Poeta. Trata-se especificamente da carta escrita em Doze de Agosto de 1904, na Suécia.

As cartas anteriores, em sua maioria, versam sobre o que faz de um homem um poeta, em considerações estéticas e existenciais. Os assuntos são variados, e Rilke permite-se maiores divagações.

Nesta, porém, o foco está na tristeza que incomoda Kappus. Rilke o aconselha, mostra sua riqueza, e caminha até as bordas abissais da Existência, onde o homem enxerga suas infinitas possibilidades.

Rilke, assim como pensadores da linha de Jiddu Krishnamurti, enxerga o homem limitando suas potencialidades por se prender aos ditames tradicionais. Pode soar como assunto batido, mas Rilke trata o assunto com uma beleza de recursos que tangencia o sublime.

Não vou me alongar, ou citar trechos do texto; cabe a quem ama a arte mergulhar neste libelo romântico, vertido em texto caudaloso, como convém à visão poética de Rilke. Faço-me humilde arauto desta obra, e convido-os a visitá-la.

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Sobre gilvas

Pedante e decadente, ao seu dispor.
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Uma resposta para As Cartas de Rilke

  1. humberto mac disse:

    convite aceito!

    (neste instante tá passando sua novela preferida de fundo. gente, não consigo não pensar em vc quando vejo!)

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