Adendo

Where is my arm?

Complementando o final de semana do CPF.

Finalmente manjei qual era a do David Lovering, quando ele fez aquela naba de ficar tocando apenas com uma das baquetas. Todo mundo deve ter imaginado que ele estava cedendo o palitão para o nosso adorável anão filipino fazer nheco nheco nas cordas, quando, na verdade, nosso baterista, que participou, como dublê de vilão, em Saltimbancos Trapalhões, estava mostrando seu lado de humorista, e sacaneando malvadamente o baterista do Def Leppard, que nunca mais pôde pilotar motocicleta, se é que vocês me entendem.

David Lovering não presta mesmo. Mas ele é legal.

O Tarantino é o equivalente cinematográfico do Chemical Brothers, que fazem música eletrônica para quem não gosta de música eletrônica. Assim, nosso particularmente feio diretor tem as manhas de colocar violência de filme chinês para quem nunca teve culhão de ver Força Total na Band. Nosso matusquela diretor tem as manhas de atochar uma seqüência de anime no filme para gáudio de quem acha Dragon Ball Z coisa de moleque retardado. Tarantino usa a estética do quadrinho, e impressiona quem nunca botou os olhos em um exemplar de Hulk; para quem já leu mais de um exemplar de Heróis da TV, o efeito é bocejante e previsível. Sem falar que o roteiro parece ter sido roubado de Double Dragon II, na versão do Master System.

Quentin Tarantino não presta mesmo. De um jeito ruim.

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Sobre gilvas

Pedante e decadente, ao seu dispor.
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