Such Reveries

Such Reveries sempre foi uma paixão para mim. Ela soa como a quintessência da composição de Duncan Sheik, ainda mais em meio ao pop mais direto de Daylight.

Apesar da seqüência típica de acordes dó com nona, sol, Dsus2, que Sheik tanto ama, existe uma magia a ser conquistada, mas que sempre apenas se insinua. Sheik encanta por fazer-nos amar as mesmas notas uma vez mais, por um novo ângulo que lhe surge, abraçando nossos ouvidos.

O gosto desta canção ficou em meus ossos, como se fosse dos ouvidos à percepção, e dali descesse à boca, que fica cheia de um sentimento de verão iminente, um verão cheio de brisas de fim de tarde, de fins de tarde onde alguém se descobre apaixonado mais uma vez por aquela mesma pessoa. a love that astounds.

E não deixa de ser verdade, we are riding the ponies in Mexico, the moonlight leaps through the palm tree groves, e é um verão apaixonado, e nada, it never happened.

Ainda lavado pela chuva, depois de haver trocado as roupas, voltado, está diante das pedras do templo, como em Samsara, belíssimo exemplar de cinema indiano, e ela chora diante de ti, i don’t even know you.

Deixa de parecer assim tão sério viver, all of these things are such reveries, mesmo sabendo que existem so many travails before i may sleep. De uma maneira sutil e límpida, Sheik sussurra uma pista para o segredo de viver cada instante compreendendo os seus devaneios próprios.

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Sobre gilvas

Pedante e decadente, ao seu dispor.
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