Leonard Cohen: A Brincadeira Favorita

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Há pelo duas linhas temporais alternativas em que Leonard Cohen não consegue publicar este que foi seu primeiro romance, escrito antes do cantor canadense se tornar a estrela que viria a ser. Continuar lendo

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Jöhann Jöhansson: Englabörn

Johann Johannson é um compositor erudito islandês. Continuar lendo

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Henning Wiesner: Dinossauros Podem Ser Adestrados?

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Quando eu era muito pequeno, lembro de ler, no princípio e avidamente, almanaques Sadol e outros do estilo. O conteúdo era composto de pequenos conselhos de saúde, receitas rápidas, anedotas de salão e curiosidades. Continuar lendo

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O Carma é Forte

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Durante a semana que passou a sociedade brasileira foi informada pela polícia federal de que há irregularidades preocupantes na indústria da carne. Reações diversas e geralmente disparatadas foram disparadas. O povão alienado tenta se alinhar com o ídolo Tony Ramos, os memes jorram das mentes que cismam em transformar tudo que aqui ocorre em piada (eu ri, confesso), os conservadores denunciaram a até então idolatrada PF como inimiga do desempenho econômico do país, houve até vegetariano se vangloriando. Continuar lendo

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Aldous Huxley: After Many a Summer Dies the Swan

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Sempre me deixou curioso o conjunto de eventos que levou Aldous Huxley de romances como Brave New World a ensaios religiosos e pirações metafísicas e religiosas. Este After Many a Summer Dies the Swan me deu algumas pistas de como isso pode ter ocorrido. Continuar lendo

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Rubel: Pearl

Tenho ouvido Rubel há alguns meses, talvez mais de um ano. Continua encantador. Folk brasileiro, instrumentos acústicos, muito violão, escaleta, acordeão e outros instrumentos sutis e inusitados. As faixas deste Pearl são oito. A canção de trabalho é Quando Bate Aquela Saudade, onde Rubel fala de, ora, amor. Amor por uma mulher, derramado, “quero te ver de branco, quero te ver no altar”, antiquado e cheio de reviravoltas. O tema é batido, mas a abordagem sonhadora o renova, revelando um frescor que nem milhões de sofrências ou pagodes açucarados poderiam soterrar. Continuar lendo

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James Mangold: Logan

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Logan é, mais do que um filme de super-herói, um faroeste distópico que poderia ter sido escrito pelo Cormac McCarthy. A intenção é declarada pelas citações e pela ambientação. A ausência de uniformes em cores berrantes, já ridicularizados no primeiro volume das aventuras cinematográficas dos X-Men, é reforçada: neste ainda havia versões negras e discretas, naquele só resta a iconografia da camiseta regata do personagem título. Continuar lendo

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