Arquivo do mês: abril 2005

Ficção No. 34

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Ficção No. 33

  Abriu os olhos em um sorriso ao notar que ela estava ali. Quem poderia dizer que a felicidade, dama tão arisca, morava ali tão perto? a baby sleeps in all our bones so scared to be alone

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Abrindo

Ainda que o cérebro do ser humano médio, este paradigma tão obscuro e tão usado, possua camadas e mais camadas de pensamentos construídos, como as tais camadas da cebola daquele ogro verde, ainda assim os níveis inferiores de nossa ameixa … Continuar lendo

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Estações

Sei que o amor verdadeiro não exige que exista causa ou razão para existir. Entretanto, é praxe que o amante possa falar de alguns detalhes que, em tese, justificariam o seu gosto, algo útil em conversas com pessoas que não entendem … Continuar lendo

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Ficção No. 32

  – Tem uns dias em que a chuva parece sair dos vidros dos carros. – Talvez porque seria muito bom se as coisas fossem diferentes. – Não, nada como os dias vindo ao seu próprio gosto, nos proporcionando surpresa … Continuar lendo

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21.04.2005: Placebo

Capítulo I: As Prévias Espalham-se pelas avenidas de Florianópolis cartazes anunciando o show da banda britânica Placebo, e um tal de festival de bandas, que abrirão para eles. Diante da vinda de uma banda gringa no topo da fama ao … Continuar lendo

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Numa rua qualquer

Um símbolo de desolação absoluta é um galho sinalizando um buraco em uma rua. Tem mais coisas, mas essa, particularmente, está carregada de pó e definições.

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