Jöhann Jöhansson: Englabörn

Johann Johannson é um compositor erudito islandês. Continuar lendo

Publicado em Música | Marcado com , , | Deixe um comentário

Henning Wiesner: Dinossauros Podem Ser Adestrados?

dinoswiesner

Quando eu era muito pequeno, lembro de ler, no princípio e avidamente, almanaques Sadol e outros do estilo. O conteúdo era composto de pequenos conselhos de saúde, receitas rápidas, anedotas de salão e curiosidades. Continuar lendo

Publicado em Literatura | Marcado com , , , | Deixe um comentário

O Carma é Forte

tonyramos

Durante a semana que passou a sociedade brasileira foi informada pela polícia federal de que há irregularidades preocupantes na indústria da carne. Reações diversas e geralmente disparatadas foram disparadas. O povão alienado tenta se alinhar com o ídolo Tony Ramos, os memes jorram das mentes que cismam em transformar tudo que aqui ocorre em piada (eu ri, confesso), os conservadores denunciaram a até então idolatrada PF como inimiga do desempenho econômico do país, houve até vegetariano se vangloriando. Continuar lendo

Publicado em Filosofia de Boteco | Marcado com , , , , , , , | 2 Comentários

Aldous Huxley: After Many a Summer Dies the Swan

huxleyafter

Sempre me deixou curioso o conjunto de eventos que levou Aldous Huxley de romances como Brave New World a ensaios religiosos e pirações metafísicas e religiosas. Este After Many a Summer Dies the Swan me deu algumas pistas de como isso pode ter ocorrido. Continuar lendo

Publicado em Literatura | Marcado com , , , | Deixe um comentário

Rubel: Pearl

Tenho ouvido Rubel há alguns meses, talvez mais de um ano. Continua encantador. Folk brasileiro, instrumentos acústicos, muito violão, escaleta, acordeão e outros instrumentos sutis e inusitados. As faixas deste Pearl são oito. A canção de trabalho é Quando Bate Aquela Saudade, onde Rubel fala de, ora, amor. Amor por uma mulher, derramado, “quero te ver de branco, quero te ver no altar”, antiquado e cheio de reviravoltas. O tema é batido, mas a abordagem sonhadora o renova, revelando um frescor que nem milhões de sofrências ou pagodes açucarados poderiam soterrar. Continuar lendo

Publicado em Música | Marcado com , , , | Deixe um comentário

James Mangold: Logan

logan

Logan é, mais do que um filme de super-herói, um faroeste distópico que poderia ter sido escrito pelo Cormac McCarthy. A intenção é declarada pelas citações e pela ambientação. A ausência de uniformes em cores berrantes, já ridicularizados no primeiro volume das aventuras cinematográficas dos X-Men, é reforçada: neste ainda havia versões negras e discretas, naquele só resta a iconografia da camiseta regata do personagem título. Continuar lendo

Publicado em Cinema Gringo | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário

Marcelo Perdido: Inverno

Inverno é o segundo disco de Marcelo Perdido e minha introdução ao seu mundo. A ilustração da capa me faz ter vontade de possuir este disco em formato vinil; iria direto para a parede da minha sala. O conceito da capa se espalha, faz morada em cada uma das faixas. Como os mamíferos representados, as canções de Inverno servem para nos aconchegar, nós que estamos tão machucados de nossos respectivos cotidianos. Continuar lendo

Publicado em Música | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário